Em 27 de junho de 2011, a Família Pipa esteve na Escola Ranazzi, em Santo Anastácio, a convite do CONSEG, para uma tarde de conscientização sobre os efeitos do uso de drogas e suas consequências na vida pessoal e familiar.
A ação ganhou uma forma especial: o teatro. Em poucos dias de ensaio, os voluntários prepararam uma apresentação que uniu humor, narrativa e reflexão para abordar um tema delicado de maneira próxima dos jovens. A peça foi narrada e dirigida por Murilo Hernandes e contou com a participação de Maurício, Gustavo de Araújo, Amador Cortez, Stal Quintana, Viviane, Stela e Camila.
A história acompanhava Maurício, um jovem que, influenciado pelo ambiente familiar e pelas experiências que encontrava fora de casa, acabava entrando gradualmente em contato com diferentes tipos de drogas. A apresentação procurava mostrar, de forma direta, como escolhas aparentemente pequenas poderiam ganhar proporções maiores e afetar não apenas o usuário, mas também sua família.
O roteiro nasceu de ideias e experiências reunidas pelos integrantes do grupo. Foram considerados 53 depoimentos de usuários, além de relatos conhecidos pelos próprios voluntários. Com pouco tempo para preparação, o espetáculo também contou com improvisos e interação entre os personagens e o narrador, tornando a apresentação mais espontânea.
Mais do que uma palestra, aquela tarde na Escola Ranazzi ficou registrada como um momento em que a Família Pipa encontrou no teatro uma maneira diferente de conversar com os jovens. A mensagem era de diálogo, presença familiar, informação e responsabilidade.
Hoje, ao recordar o Projeto Educando a Moral II, permanecem as imagens, os personagens, os voluntários e a lembrança de uma ação construída em poucos dias, mas que levou à escola uma conversa importante para aquele tempo.
Uma história de 2011 que continua fazendo parte da memória da Família Pipa.